Escolhas

Vídeo novo no meu canal! É mais um da série “Lili de Bolso”, com vídeos curtinhos sobre assuntos variados. O tema desse: as escolhas nossas de cada dia. Sempre tem alguém dizendo que cada um de nós é fruto de suas próprias escolhas. Até que ponto isso faz sentido?

2 comments to “Escolhas”

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  1. Regiane - 27 de outubro de 2015 at 21:33 Reply

    Oi, Lili! Tudo bem? É a primeira vez que comento, mas assisti a tantos vídeos que já me sinto próxima…rs Adoro os vídeos e também li alguns textos seus que gostei muito. Ainda não li seus livros, mas pretendo escolher algum para começar a ler em breve. Eu recentemente iniciei um blog para escrever algumas crônicas, se tiver tempo, passe por lá! Parabéns pelo conteúdo! Beijos
    http://diariodedescobertas.com.br/

  2. Renan Medeiros - 23 de dezembro de 2015 at 23:01 Reply

    Oi, Lili. Compartilho com você uma crónica que escrevi em uma coluna.

    Lamentos alcoólicos de um amor não vivido

    Foto de Palheta De Breves Pararijos. “Somos aquilo que escolhemos ser”, essa premissa é interessante, soa quase como verdade absoluta, se não soubéssemos que nossas vidas são regidas pelas ações do destino; sejam elas nos atos da natureza ou dos outros indivíduos que a este mundo pertencem.
    Acredito que todos nós já fomos alvo dessas incógnitas arteiras que a vida adora nos pregar, nos arremessando para lá, e para cá, como uma criança brincando com a sua bolinha de gude que acabara de ganhar de seu pai. Ora ajudando, outrora atrapalhando, nas decisões e planejamentos que tomamos diariamente. Sei que é difícil de aceitar, mas não temos controle sobre nossas vidas, por mais que a nossa humanidade não aceite esses fios do ventríloquo chamado ‘destino’.
    O amor é um dos sentimentos mais afetados por essa peripécia da vida. Quantos, neste momento, não estão balbuciando lamentações pela perda de um amor, afogando-se em álcool devido uma paixão não concretizada, esgueirando-se na escuridão da traição para poder viver um sentimento proibido.
    É triste saber que todos nós somos ligados ao acaso. Que estamos fadados a não termos um sonho realizado devido a fatos que estão além do nosso controle. Que para viver um amor temos que estar cientes de que a outra pessoa também deve assim desejar. Que as escolhas dela poderão afetar a relação. Que a vida pode fazer de tudo para que aquele sentimento não se concretize, e permaneça na dimensão dos sonhos e desejos de uma mente apaixonada.
    Aquele sorriso puro e olhar curioso foram o que me chamou a atenção. Uma beleza singular, diferente daquilo que encanta a mente encharcada de hormônios de tantos homens. Igual a uma flor que acabara de desabrochar, que fascina pela simplicidade e delicadeza, sem o mínimo de esforço para isso.
    A aproximação desejada houve, mas o afastamento imposto pela vida não pôde ser evitada. Seguimos estradas diferentes, que algumas vezes, pelo sádico humor do destino, cruzavam-se em curvas silenciosas, que logo se afastavam e adentravam na escuridão do esquecimento.
    Porem, o mesmo acaso que rege nossa vida contra, ou a favor, de nossos desejos fez encontrarmo-nos em um momento de êxtase artístico. Em um sarau eu a vi e, diante de tantas lindas poesias emanadas naquele momento, ela era os versos mais sublimes que me anestesiavam de romantismo.
    A aproximação, mais uma vez, foi concretizada e deste reencontro houve um encontro, tão primoroso quanto os mais belos sonhos já vividos em uma noite adormecido ao luar. Caricias foram trocadas, e o no fim veio à certeza de que, finalmente, nossas estradas seguiriam juntas, mesmo não tendo revelado a ela meus profundos sentimentos.
    Neste momento você deve estar querendo me perguntar se já revelei a esta moça que sou apaixonado por ela e o que aconteceu. Bom, em um belo dia, um dos meus mais inspiradores amigos poetas presenteou-me com uma poesia dedicada as musas que possuíam o mesmo nome que tinha a minha amada. Revelei-lhe que era apaixonado por uma mulher com o mesmo nome e ele me perguntou se eu já a tinha dito. Responderei a vocês o mesmo que respondi a ele: Sim! E ela voltou para o ex.
    Como vos disse, caros amigos, não temos controle sobre nossos destinos. Quando achamos que um de nossos mais encantadores sonhos será realizado, acabamos levando uma tapa da vida.
    Desejo a todos a felicidade almejada e, enquanto ficarão por ai conectados lendo noticias ou postagens alheias, ficarei por aqui, esgueirando-me na escuridão, balbuciando as lamentações com uma garrafa de cerveja em mãos.
    Pelo menos até a próxima postagem.
    Renan Medeiros
    Canto do Coruja
    renanmedeiros_costa@yahoo.com.br

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