O que é ser uma boa mãe?

Vlog novo! O assunto: maternidade. E, como sempre, com muita sinceridade =)

Assim, na prática, sem idealizações: o que é ser uma boa mãe? Ou um bom pai, um bom avô, um bom tio… À luz de um termo de que gosto muito do pediatra/psicanalista Winnicott, falo sobre o que é, pra mim, cuidar bem de uma criança. E você, o que acha?

 

3 comments to “O que é ser uma boa mãe?”

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  1. Isabella - 30 de março de 2015 at 10:28 Reply

    Lili, que querida você!

    Amo te ouvir falar sobre maternidade (porque nunca é só sobre maternidade, você consegue mostrar todas as relações na maternidade, você não faz ser mãe ser ideal, romântico ou uma coisa cega na vida!).

    Daqui a uns dias vai sair um vídeo pelo o lugar que fizemos com a Marcia Baja, ela fala uma coisa que vai muito nessa direção… Uma coisa super legal, vou te mostrar quando sair. Acho a fala dela encantadora. Ela ficou três anos em retiro e é uma super professora de yoga. Saí ontem de um retiro de final de semana com ela que descobri muitas coisas bacanas de corpo, atenção, mente, cuidado, máscara de oxigênio na gente primeiro, hehehehehe.

    Ah, se você tiver interesse, na última quinta ela deu uma palestra e o áudio está aqui: http://www.cebb.org.br/silencio-meditacao-sabedoria-marcia-baja-sp-audio/

    Olha essa fala transcrita:

    “O silêncio é a base de todo o movimento. Se essa base de descanso, se essa base de potencial não é cuidada, não é nutrida, não é conhecida, nosso movimento se torna louco, insano. […] Mas como é uma loucura compartilhada nem parece loucura, né?

    Nós somos capazes de entrar em um movimento até falarmos uns para os outros: “Ó, eu não almoço mais”; “Pois é, eu também, não”… Como se fosse uma coisa completamente normal. “Tem um remédio agora que você pode tomar para acordar de manhã, para dormir à noite…”

    Estamos transferindo nosso equilíbrio para medicamentos. Ou para outras pessoas cuidarem de nós: a gente precisa fazer massagem, precisa de um terapeuta… Quando na verdade nós precisamos ser doutores de nós mesmos. Quando sento e o corpo não querer parar, eu não entendo nada do meu corpo, eu não sei como acalmá-lo… Fazendo essa experiência, deveríamos sair daqui bastante inquietos. Como é que eu não sei ficar parado? Isso é muito curioso. […]

    Estamos com uma insanidade no nível do nosso movimento, do nosso corpo. Trabalhando demais ou deprimidos — para mais ou para menos. A gente não entende como criar um movimento saudável.”

    Beijos!

    • Liliane Prata - 7 de abril de 2015 at 8:27 Reply

      Que comentário mais querido!! <3
      O vídeo já saiu? Me passa!
      Essa transferência do nosso equilíbrio para os medicamentos é algo que muito me intriga e assusta. Tudo é coadjuvante: a cura está em nós, acredito muito nisso. Há auxiliares, mas querer transferir a dor, o crescimento, enfim, é no mínimo esquisito e artificial. Adorei esse termo, "movimento saudável".
      Beijos!!

  2. Isabella - 22 de abril de 2015 at 16:32 Reply

    Lili!

    Saiu o vídeo que eu queria te mostrar!

    https://www.youtube.com/watch?v=BfvX4WEX6Bs

    Aliás, adorei o seu sobre meditação! Aparece um dia numa noite de silêncio do lugar! Gustavo, meu marido, que conduz. Vou morrer do coração que ele vai te conhecer pessoalmente antes do que eu, mas vou gostar. hehehehehe 🙂

    Beijos!

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