Mães e luzes

Semana passada, estava almoçando com uma amiga, quando, não sei por que, começamos a falar sobre as nossas mães. Aí relembramos um caso sobre a mãe dela, que vale a pena ser contado. É mais um post sobre…

… mãe: qual é o limite?

Anos atrás, essa minha amiga estava em uma festa de família, quando um carinha aparentemente bem interessante começa a conversar com ela. Solteira e cheia de amor pra dar, ela engata um papo com ele, quando a mãe dela grita, de longe:

Mãe: Filha! Filha!
Minha amiga (com sorriso amarelo para o carinha): Er… estou ocupada, mãe…
Mãe: Filha!

Ela pede que o rapaz espere um minuto e caminha até sua mãe.

Minha amiga: Mãe!!!! Estou conversando com um cara, algum problema?
Mãe: É meu dever te avisar, filha: essa luz não está te favorecendo. Conversa com ele um pouco para lá.

Minha amiga fez uma cara de “eu não estou acreditando” e voltou a conversar com o carinha.

Depois de ter dado alguns passos discretamente em direção a outra luz, claro. Porque mãe, já viu. Se minha amiga se negasse a aceitar a “sugestão”, era provável que sua mãe procurasse o interruptor para controlar a intensidade da luz que incidia sobre o rosto da filha.

Nossas mães devem ser amigas.

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