O caso do elogio romântico

Voltei!

Nenhuma novidade, além do fato de que comecei a namorar. Ele é uma pessoa compenetrada, séria, discreta e até trabalha usando terno. E o post inaugural sobre ele é…

… o caso do elogio romântico
Nós estávamos tomando sorvete, quando olhei nos olhos dele e pensei: que olhar lindo. Mas, em vez de guardar para mim a observação, resolvi compartilhá-la num cândido e meigo elogio e:
Eu: vou te fazer um elogio meio clichê, mas, é que é verdade: você tem os olhos lindos, sabia?
Ele: (tampando meus olhos): de que cor são os meus olhos, Lili?
Eu: Hã?
Ele: De. Que. Cor. São. Meus. Olhos.
Eu: Castanhos.

Então ele abriu meus olhos e, para a minha surpresa, constatei que ele tem um olho castanho e um verde.

Isso porque já fazia um mês que a gente estava saindo.

Em todo caso, veja bem: ele deve pertencer à parcela de 1,6% das pessoas do mundo inteiro que têm um olho de cada cor. Difícil, né! De qualquer forma, por que não elogiei a boca ou o nariz, que não têm erro? Mas não, eu tenho que falar dos olhos.

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