Diálogo mineiro

Semana passada, meu amigo Bruno Motta, ator e humorista, veio a São Paulo fazer um teste. Ele é mineiro, como eu. Quando estou conversando com os paulistanos, meu vocabulário vai automaticamente para o paulistanês (apesar de eu falar “uai”, “lombeira”… Enfim, meu vocabulário vai mais ou menos para o paulistanês). Mas, quando estou conversando com um conterrâneo… Olha nosso diálogo:
Bruno – Lili, já vou indo… Como eu chego no trem?
Eu – Que trem?
Bruno – Como, que trem?
Eu – No seu teste? Sei lá, em que bairro é?
Bruno – Não, eu já fiz o teste, agora eu preciso pegar o TREM!
Eu – Meu Deus, o quê você precisa pegar? Não dá pra ser mais específico, não?
Pausa.
Eu – Ah, o meio de transporte, o “trem”…
Bruno – Dã!

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